Sobre o Festival do Teatro Brasileiro

  • Oficina BandodiPapel

    class="preto"Participante constroi instrumento de papel

    Foto: Talita Oliveira

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  • Formação

    class="preto"Adolescentes participam de ação de formação no Acre

    Foto: Carlson Felipe

  • Debates

    Debate com o público após o espetáculo Entre Nós

    Foto: Talita Oliveira

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  • Espetáculos

    Bando de Teatro Olodum apresenta "Áfricas"

    Foto: Talita Oliveira

  • Público

    Família se diverte em "Áfricas", do Bando de Teatro Olodum

    Foto: Talita Oliveira

  • Participação

    Márcio Meirelles, diretor do Cabaré da Rrrrraça, fala com o público após espetáculo

    Foto: Talita Oliveira

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  • Espetáculos

    Cabaré da Rrrrraça se apresenta para teatro lotado em Rio Branco, AC.

    Foto: Talita Oliveira

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  • Remendo Remendó

    As crianças também se divertiram no espetáculo Remendó Remendó, em Rio Branco, AC.

    Foto: Talita Oliveira

  • Seu Bomfim

    Solo na peça "Seu Bomfim" emociona o público

    Foto: Talita Oliveira

Conheça

Um festival nômade. Assim é o Festival do Teatro Brasileiro (FTB). Na estrada desde 1999, o evento chega, em Belém e Marabá, em agosto, trazendo na mala o que de importante está sendo feito na Paraíba em artes cênicas. Depois passará pelo Ceará, Alagoas e Espírito Santo.

Tendo como característica intrínseca, o caminhar, o andar, o viajar, o FTB segue levando o panorama cênico de um estado brasileiro a outro. Em edições anteriores, o festival promoveu a aproximação dos pernambucanos e sergipanos. Levou ao Distrito Federal a cena teatral dos gaúchos, mineiros, baianos e pernambucanos.

Os gaúchos também foram ao encontro dos goianos, assim como cearenses ao de capixabas e mineiros. Os paranaenses receberam os mineiros e se encontraram com os gaúchos e paulistas. E os baianos, que já trocaram com os pernambucanos, maranhenses, acreanos, capixabas e paulistas.

O Festival do Teatro Brasileiro ocupa um espaço na ação de complementação de política de estado. Ele vem sendo considerado um formato renovador para os festivais, pois é construído por quem vai e quem recebe. E por deixar legados e boas lembranças.

Em 16 anos de trajetória, já foram apresentadas as cenas Baiana, Cearense, Pernambucana, Mineira, Gaúcha, Paranaense e do Distrito Federal para 14 estados e DF: São Paulo, Rio de Janeiro, Acre, Minas Gerais, Espírito Santo, Paraná, Rio Grande do Sul, Bahia, Sergipe, Ceará, Maranhão, Pernambuco, Mato Grosso do Sul e Goiás.

O FTB já realizou 631 apresentações de 179 espetáculos selecionados, com público superior a 245 mil espectadores. Um total de 44.900 crianças e jovens da rede pública de ensino participou gratuitamente dos programas educativos promovidos; cerca de 2.090 pessoas frequentaram as oficinas e ao longo das dezesseis edições do projeto foram gerados mais de 2.350 empregos temporários.

O forte viés pedagógico: Legado Imaterial

O festival também oferece diferentes ações educativas em Marabá (Formação de plateia em 3 movimentos e Cenas Curtas), atendendo a mais de 840 jovens da rede pública, em mais de 200 horas de trabalho, conduzidas por coordenadores pedagógicos e arte educadores.

Ao final os alunos terão apreendido técnicas de teatro e encenarão cenas curtas nos suas escolas. Esse legado imaterial será levado para o resto da vida, sem prazo de validade. Os professores da rede pública de ensino de Marabá também participarão de uma oficina de capacitação em técnicas de Teatro.

Ciclo de Dramaturgos

Já em Belém, as ações de qualificação profissional do Festival do Teatro Brasileiro contam com o Ciclo de Dramaturgos Paraibanos. Oferecido gratuitamente, o ciclo trará para Belém dois importantes nomes da dramaturgia paraibana, Aluizio Guimarães e Paulo Vieira, para discutir a escrita criativa para Teatro. Os encontros acontecem na Escola de Artes da UFPA.

Aluizio Guimarães - Produziu e dirigiu vários espetáculos nas áreas de Teatro e Cinema, recebendo prêmios por alguns desses trabalhos, dentre estes espetáculos e filmes, destacam-se Água, areia e as maçãs (teatro), Hades - Uma História de Fé e revolta (teatro), "...e foram felizes para sempre! (teatro) e Batalhão 41 de Cajazeiras (Vídeo documentário) Borra de Café (cinema/ficção).

Paulo Vieira - Doutorado em artes pela Universidade de São Paulo em 1993. Coordenador do Mestrado Profissional em Artes – Profartes. É membro do Conselho Superior de Ensino (Consepe) da UFPB e da Comissão Assessora de Avaliação dos cursos de teatro do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (INEP - MEC).

Residência Artística, Oficina e Sarau

Os artistas de Belém poderão participar de uma residência artística com 40 horas de atividade. O grupo residente será o Galharufas Companhia de Teatro que em 10 dias de trabalho proporá atividades de intercâmbio e troca de conhecimento com os atores, técnicos e criadores da cidade.

Além da residência artística, e da participação do dramaturgo do grupo, Paulo Vieira, o Galharufas também estará inserido na programação com o Sarau Lata Absoluta!, que será realizado no Casarão do Boneco, como atração da programação de encerramento da campanha de patrocínio coletivo no site Catarse, Salve Salve Casarão do Boneco.

Outra atividade do festival será a oficina de elaboração de projetos para editais, com o criador e coordenador do Festival, o produtor Sergio Bacelar, contando com a participação da Gerente de Patrocínio da Petrobras Distribuidora, Alena Aló.